Se é assim mesmo? Ô se é...
Tatiane.
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Por Elaine Tavares
Jornalista está cada vez mais doente
O psicólogo, professor e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Heloani, conseguiu levantar um perfil devastador sobre como vivem os jornalistas e por que adoecem. O trabalho ouviu dezenas de profissionais de São Paulo e Rio de Janeiro, a partir do método de pesquisa quantitativo e qualitativo, envolvendo profissionais de rádio, TV, impresso e assessorias de imprensa. E, apesar da amostragem envolver apenas dois estados brasileiros, o relato imediatamente foi assumido pelos delegados ao Congresso de Santa Catarina – que aconteceu de 23 a 25 de julho - evidenciando assim que esta é uma situação que se expressa em todo o país.
Segundo Heloani a mídia é um setor que transforma o imaginário popular, cria mitos e consolida inverdades. Uma delas diz respeito à própria visão do que seja o jornalista. Quem vê a televisão, por exemplo, pode criar a imagem deformada de que a vida do jornalista é de puro glamour. A pesquisa de Roberto tira o véu que encobre essa realidade e revela um drama digno de Shakespeare. Nela, fica claro que assim como a mais absoluta maioria é completamente apaixonada pelo que faz, ao mesmo tempo está em sofrimento pelo que faz, o que na prática quer dizer que, amando o jornalismo eles não se sentem fazendo esse jornalismo que amam, sendo obrigados a realizarem outra coisa, a qual odeiam. Daí a doença!
Um dado interessante da pesquisa é que a maioria do pessoal que trabalha no jornalismo é formada por mulheres e, entre elas, a maioria é solteira, pelo simples fato de que é muito difícil encontrar um parceiro que consiga compreender o ritmo e os horários da profissão. Nesse caso, a solidão e a frustração acerca de uma relação amorosa bem sucedida também viram foco de doença.
Heloani percebeu que as empresas de comunicação atualmente tendem a contratar pessoas mais jovens, provocando uma guerra entre gerações dentro das empresas. Como os mais velhos não tem mais saúde para acompanhar o ritmo frenético imposto pelo capital, os patrões apostam nos jovens, que ainda tem saúde e são completamente despolitizados. Porque estão começando e querem mostrar trabalho, eles aceitam tudo e, de quebra, não gostam de política ou sindicato, o que provoca o enfraquecimento da entidade de luta dos trabalhadores. “Os patrões adoram, porque eles não dão trabalho”.
Outro elemento importante desta “jovialização” da profissão é o desaparecimento gradual do jornalismo investigativo. Como os jornalistas são muito jovens, eles não tem toda uma bagagem de conhecimento e experiência para adentrar por estas veredas. Isso aparece também no fato de que a procura por universidades tradicionais caiu muito. USP, Metodista ou Cásper Líbero (no caso de São Paulo) perdem feio para as “uni”, que são as dezenas de faculdades privadas que assomam pelo país afora. “É uma formação muitas vezes sem qualidade, o que aumenta a falta de senso crítico do jornalista e o torna mais propenso a ser manipulado”. Assim, os jovens vão chegando, criando aversão pelos “velhos”, fazendo mil e uma funções e afundando a profissão.
Um exemplo disso é o aumento da multifunção entre os jornalistas mais novos. Eles acabam naturalizando a idéia de que podem fazer tudo, filmar, dirigir, iluminar, escrever, editar, blogar etc... A jornada de trabalho, que pela lei seria de 5 horas, nos dois estados pesquisados não é menos que 12 horas. Há um excesso vertiginoso. Para os mais velhos, além da cobrança diária por “atualização e flexibilidade” há sempre o estresse gerado pelo medo de perder o emprego. Conforme a pesquisa, os jornalistas estão sempre envolvidos com uma espécie de “plano B”, o que pode causa muitos danos a saúde física e mental. Não é sem razão que a maioria dos entrevistados não ultrapasse a barreira dos 20 anos na profissão. “Eles fatalmente adoecem, não agüentam”.
O assédio moral que toda essa situação causa não é pouca coisa. Colocados diante da agilidade dos novos tempos, da necessidade da multifunção, de fazer milhares de cursos, de realizar tantas funções, as pessoas reprimem emoções demais, que acabam explodindo no corpo. “Se há uma profissão que abraçou mesmo essa idéia de multifunção foi o jornalismo. E aí, o colega vira adversário. A redação vive uma espécie de terrorismo às avessas”. Conforme Heloani, esta estratégia patronal de exigir que todos saibam um pouco de tudo nada mais é do que a proposta bem clara de que todos são absolutamente substituíveis. A partir daí o profissional vive um medo constante, se qualquer um pode fazer o que ele faz, ele pode ser demitido a qualquer momento. “Por isso os problemas de ordem cardiovascular são muito frequentes. Hoje, Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs) e o fenômeno da morte súbita começam a aparecer de forma assustadora, além da sistemática dependência química”.
O trabalho realizado por Roberto Heloani verificou que nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro 93% dos jornalistas já não tem carteira assinada ou contrato. Isso é outra fonte de estresse. Não bastasse a insegurança laboral, o trabalhador ainda é deixado sozinho em situações de risco nas investigações e até na questão judicial. Premidos por toda essa gama de dificuldades os jornalistas não tem tempo para a família, não conseguem ler, não se dedicam ao lazer, não fazem atividades físicas, não ficam com os filhos. Com este cenário, a doença é conseqüência natural.
O jornalista ganha muito mal, vive submetido a um ambiente competitivo ao extremo, diante de uma cotidiana falta de estrutura e ainda precisa se equilibrar na corda bamba das relações de poder dos veículos. No mais das vezes estes trabalhadores não tem vida pessoal e toda a sua interação social só se realiza no trabalho. Segundo Heloani, 80% dos profissionais pesquisados tem estresse e 24,4% estão na fase da exaustão, o que significa que de cada quatro jornalistas, um está prestes a ter de ser internado num hospital por conta da carga emocional e física causada pelo trabalho. Doenças como síndrome do pânico, angústia, depressão são recorrentes e há os que até pensam em suicídio para fugir desta tortura, situação mais comum entre os homens.
O resultado deste quadro aterrador, ao ser apresentado aos jornalistas, levou a uma conclusão óbvia. As saídas que os jornalistas encontram para enfrentar seus terrores já não podem mais ser individuais. Elas não dão conta, são insuficientes. Para Heloani, mesmo entre os jovens, que se acham indestrutíveis, já se pode notar uma mudança de comportamento na medida em que também vão adoecendo por conta das pressões. “As saídas coletivas são as únicas que podem ter alguma eficácia”, diz Roberto.
Quanto a isso, o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, Rubens Lunge, não tem dúvidas. “É só amparado pelo sindicato, em ações coletivas, que os jornalistas encontrarão forças para mudar esse quadro”. Rubens conta da emoção vivida por uma jornalista na cidade de Sombrio, no interior do estado, quando, depois de várias denúncias sobre sobrecarga de trabalho, ele apareceu para verificar. “Ela chorava e dizia, `não acredito que o sindicato veio´. Pois o sindicato foi e sempre irá, porque só juntos podemos mudar tudo isso”. Rubens anda lembra dos famosos pescoções, praticados por jornais de Santa Catarina, que levam os trabalhadores a se internarem nas empresas por quase dois dias, sem poder ver os filhos, submetidos a pressão, sem dormir. “Isso sem contar as fraudes, como a de alguns jornais que não tem qualquer empregado. Todos são transformados em sócios-cotistas. Assim, ou se matam de trabalhar, ou não recebem um tostão”.
A pesquisa de Roberto Heloani é um retrato vivo, chaga aberta, de uma realidade nacional. Os jornalistas espelhados aqui tem uma única opção: lutar de forma conjunta, unificados e dentro dos sindicatos. As derrotas vividas com a decisão do STF fragilizam e consomem ainda mais os profissionais, mas, a história humana está aí para mostrar que só a luta muda as coisas. Saídas individuais podem servir a um ou outro, mas quando uma categoria luta junto, ela vence! Assim é!
http://www.eteia.blogspot.com/
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Lições que só se aprende sozinho

As lições mais importantes que aprendi nessa minha vida não foram ensinadas por ninguém. Precisei aprender sozinha. Tem uma frase que diz: “Ou aprende pelo amor ou pela dor”. Vou lhes dizer que aprendi a maioria pela dor. Só sentimos verdadeiro prazer por alguma coisa, quando sabemos quão é amargo o oposto daquilo. Explico: Você só vai saborear com prazer e deleite um refrescante copo de suco, se você sentiu sede antes de bebê-lo. Acho que aos poucos consigo me fazer entender. Você deve estar compreendendo. Escutei muitos ensinamentos, mas os que mais me ensinaram foram aqueles os quais precisei receber um tapa. É por que um tapa a gente nunca não esquece.
É claro, as teorias de aprendizados alheios também contam muito. Soma-se a isso os tapas que você levou da vida, mais a lições das experiências vividas por outras pessoas, então temos como resultado o amadurecimento. É. Bem ele.
Umas das lições que a vida me ensinou foi a ser mais humilde. E olha que eu pensava que era. Que engano. Humildade vai muito mais além do que se pensa. Não é ser simpática e distribuir sorrisos por aí. Mas sim ter sutileza e delicadeza para ouvir críticas e não se magoar com elas, e, mais importante, saber usá-las como abastecimento para o seu depósito de experiências, que mais tarde terá um majestoso nome e se chamará Maturidade. Humildade é saber que você nunca está 100% certa em nenhuma situação. Sempre tem uma parcela de culpa. Se determinada situação chegou a um certo ponto, acredite meu amigo, você tem 50% de culpa, se não 100%. É. Humildade é uma característica que vai muito mais além. É saber reconhecer que uma pessoa, mesmo tendo um grau de instrução menor que o seu, ou uma realidade sócio- econômica diferente da sua, pode ter ideias surpreendentes e lições de vida muito mais importantes. Ainda hoje não sou humilde como deveria, mas reconheço que tenho humildade para reconhecer isso.
Nessa minha vida aprendi pouco, mas foram aprendizados de muito valor.
Por Tatiane.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Detalhes que compensam o jornalismo
Tá aí uma pauta gostosa de fazer e que compensa se não todo, mas metade pelo menos, de um dia stressante de redação, rs.
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MORADOR DE BIGUAÇU ENCONTRA LATA DE CERVEJA FALANTE E LEVA SUSTO
Tatiane Silva
tatiane@jbfoco.com.br
Uma lata de cerveja causou o maior burburinho num bingo dançante que aconteceu na associação de moradores do bairro Areias de Cima, no domingo do dia 6 de junho, em Biguaçu. Alexandre Souza, 34, organizador do evento, não imaginava que no momento em que fosse servir o cliente, ao invés do líquido, uma música sairia tocando. “Na hora que abri a lata e ela começou a cantar levei um susto”, conta.Ao se darem conta de que se tratava de uma promoção da empresa que fabrica a bebida em comemoração a copa do mundo, muitos curiosos se reuniram em volta de Alexandre para ver de perto a cerveja que canta. A latinha virou atração da festa. “Foi preciso colocar o microfone para que todos conseguissem ouvir a música”, se diverte.
SORTUDO
A empresa que está promovendo a promoção espalhou diversas latas misturadas a outras por todo país e Alexandre foi o primeiro consumidor da Grande Florianópolis a encontrá-la. E a novidade tem provocado cobiça em outros consumidores, um, inclusive, chegou a oferecer uma caixa de latinhas (cheia, é claro!) em troca da lata que canta. “Já me ofereceram R$100 por ela. Mas não vendo, quero guardar de recordação”, avisa Alexandre que já está decidido a não se desfazer do irreverente produto.O sortudo chegou a entrar em contato com a companhia, mas informaram a ele que não terá direito a premiação alguma, a não ser a fama de ser o primeiro pé-quente da região. Mas o Jornal Biguaçu em Foco foi atrás e consultou no site da promoção que Alexandre tem direito a ganhar uma caixa cheia de cervejas. É só informar o código que está dentro da lata no 0800 da empresa.
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MORADOR DE BIGUAÇU ENCONTRA LATA DE CERVEJA FALANTE E LEVA SUSTO
Tatiane Silva
tatiane@jbfoco.com.br
Uma lata de cerveja causou o maior burburinho num bingo dançante que aconteceu na associação de moradores do bairro Areias de Cima, no domingo do dia 6 de junho, em Biguaçu. Alexandre Souza, 34, organizador do evento, não imaginava que no momento em que fosse servir o cliente, ao invés do líquido, uma música sairia tocando. “Na hora que abri a lata e ela começou a cantar levei um susto”, conta.Ao se darem conta de que se tratava de uma promoção da empresa que fabrica a bebida em comemoração a copa do mundo, muitos curiosos se reuniram em volta de Alexandre para ver de perto a cerveja que canta. A latinha virou atração da festa. “Foi preciso colocar o microfone para que todos conseguissem ouvir a música”, se diverte.
SORTUDO
A empresa que está promovendo a promoção espalhou diversas latas misturadas a outras por todo país e Alexandre foi o primeiro consumidor da Grande Florianópolis a encontrá-la. E a novidade tem provocado cobiça em outros consumidores, um, inclusive, chegou a oferecer uma caixa de latinhas (cheia, é claro!) em troca da lata que canta. “Já me ofereceram R$100 por ela. Mas não vendo, quero guardar de recordação”, avisa Alexandre que já está decidido a não se desfazer do irreverente produto.O sortudo chegou a entrar em contato com a companhia, mas informaram a ele que não terá direito a premiação alguma, a não ser a fama de ser o primeiro pé-quente da região. Mas o Jornal Biguaçu em Foco foi atrás e consultou no site da promoção que Alexandre tem direito a ganhar uma caixa cheia de cervejas. É só informar o código que está dentro da lata no 0800 da empresa.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Por que blog, por quê?
Assumo que um pouco do meu abandono para com o blog é falta de tempo. Um pouco. Deixei de lado o hábito de escrever nele. Gosto de utilizar essa ferramenta para exercitar a escrita. Por que vou dizer uma coisa para vocês; escrever não é como andar de bicicleta que depois que aprende nunca mais se esquece. Não sei se minha analogia vai ser a mais apropriada, mas vai essa mesmo porque não me vem mais nada à mente. É como uma dieta. Enquanto se faz certinho, mantêm-se a forma, mas se relaxa, aah...já era!
Por isso...
pretendo retormar essa atividade em breve. É que não tenho tido nada de interessante para escrever, ou, um certo desâmimo não me deixou enxergar os atrativos interessantes dos temas que pensei em registrar aqui. Cheguei até criar uma personagem fictícia, a Maria do Sonho. Pensei em contar muitas histórias, situações, mas, coitada, nem chegou a sair do papel. Abortei o projetinho antes mesmo dele pensar em nascer...
Tô com umas ideias aqui...deixem eu pensar, shiii, silêncio! No próximo post eu volto com algo interessante. Até a próxima digitada.
Tatiane.
Por isso...
pretendo retormar essa atividade em breve. É que não tenho tido nada de interessante para escrever, ou, um certo desâmimo não me deixou enxergar os atrativos interessantes dos temas que pensei em registrar aqui. Cheguei até criar uma personagem fictícia, a Maria do Sonho. Pensei em contar muitas histórias, situações, mas, coitada, nem chegou a sair do papel. Abortei o projetinho antes mesmo dele pensar em nascer...
Tô com umas ideias aqui...deixem eu pensar, shiii, silêncio! No próximo post eu volto com algo interessante. Até a próxima digitada.
Tatiane.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
A história de Maria do Sonho que perdeu o sonho.
Maria do Sonho era uma garota que vivia de sonhos. Mas algo fatal fez com que Maria do Sonho perdesse seu brilho, sua vida e a vontade de viver. Hoje, Maria do Sonho tem sonho somente no nome. Agora, ela está em busca dos sonhos que perdeu em algum lugar.
Em breve, a história de Maria do Sonho e sua odisseia em busca dos sonhos. Aqui!
Tatiane.
Em breve, a história de Maria do Sonho e sua odisseia em busca dos sonhos. Aqui!
Tatiane.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Um riso de leve
Sabe o que o Exaltasamba foi fazer na biblioteca?
Não?
"...lelelelelelelele..."
Essa eu escutei saindo do trabalho a caminho de casa. É do tipo fraquinha mas que provoca leves risos, rs.
Só por que sou fã deles.
Tatiane.
Não?
"...lelelelelelelele..."
Essa eu escutei saindo do trabalho a caminho de casa. É do tipo fraquinha mas que provoca leves risos, rs.
Só por que sou fã deles.
Tatiane.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
O dia em que o dia terá 48h
Dormir menos? Não. Preso, pelo menos, no mínimo, 7h de sono. Então, que solução poderíamos arrumar para se ter mais tempo? Puxar um pouquinho ele aqui pela direita, mais um pouquinho pela esquerda e esticar beeem mais aquela ponta ali, remendar um pouco lá, e aahhh... arrumamos um dia com 48h! Parece sonho? E é. Acorda. A única maneira de fazer o dia render como se fosse dois é organizar muitíssimo bem nosso efêmero diazinho. Tento me espelhar e observo as pessoas que conseguem aproveitar tão bem o tempo. Bom, eu vou tentando. Pelo menos me esforço. Na verdade essa postagem é uma forma descontrolada [nesse momento escrevo rapidamente e com muita ansiedade] de tentar aliviar minha angustia de querer fazer várias coisas e não conseguir. Como eu queria ter lido as reportagens da Piauí - que já vai para mais uma nova edição e eu não consegui ler-, ter terminado uma sugestão de pauta para uma revista e de quebra ainda ter estudado para o concurso que me inscrevi. Claro, tudo isso depois de ter passado 8h numa redação, mais 3h num cursinho, sem contar trânsito, ônibus, etc. Dia com 48h? É possível. Basta, como li em alguns livros e revistas ( mas que ngm precisa ler para saber) ter um pouco mais de disciplina, organização e vontade. Eu tento. Eu juro que tento.
[sono - meia noite. Perdoem qlqr erro. Minhas pestanas não me obedecem mais e insistem em fechar. Boa noite]
Tatiane.
[sono - meia noite. Perdoem qlqr erro. Minhas pestanas não me obedecem mais e insistem em fechar. Boa noite]
Tatiane.
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