quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O post hoje é para MIM!



Há 26 anos, no dia 28 de janeiro,às 4h, uma jovem de 20 anos dava a luz a uma menina mirradinha, que não quis esperar os 9 meses para nascer. No sétimo mês dentro do ventre, ela já "pediu para sair", literalmente. Devido a prematuridade, o bebê precisou ficar algumas semanas na encubadora.
A mãe, Denise Basílio, rogou aos céus para que tudo ocorresse bem com sua primogénita. Um pedido fervoroso, de que a criança tivesse muita saúde e saisse logo do hospital, foi feito à Nossa Senhora das Dores. A criança foi registrada como Tatiane Dores da Silva, uma homenagem a Santa, que cumpriu fielmente o que lhe foi solicitado. Hoje, com muita saúde, para dar e vender, diga-se de passagem, a criança virou uma mulher!

Eu li em algum lugar, não lembro onde, que quando se faz aniversário é como se começasse um novo ano. É um ciclo que inicia, novas energias, é um tempo em que queremos recomeçar e continuar aquilo que foi bom.

Sucesso para mim, tenhos muitas empreitadas pela frente.


Tatiane.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Pen drive na mão de distraído é bucha

Eles são bonitinhos, modernos, práticos e funcionais, porém, podem se tornar uma verdadeira dor de cabeça para os "avoados". Estamos falando do singelo pen drive. O site "Convergência Digital", divulgou um estudo realizado pela Credant Technologies sobre Segurança da Informação e revelou que mais de 9 mil pen drives e outros dispositivos USB são encontrados em escritórios durante o ano. O fato é preocupante para as empresas, pois nesses micro aparelhinhos, muitas vezes, estão contidas informações importantes, que não podem ser vazadas. O que era para facilitar, acabou se tornando uma ruguinha a mais na testa dos executivos. Alguns modelos vêm com cordinhas, já outros não. Eu, na minha distração nata, uso um com uma mega-giga e bem sinalizada cordinha. O número de distraídos não é pouco. Presenciei uma cena unisitadíssima, um tempo atrás. Estava eu na sala de aula, quando avistei uma linha branca atravessando, emaranhada, vários computadores. Fui seguindo com os olhos para ver onde aquilo ia terminar. Adivinhe? Numa ponta era uma pasta, na outra um pen drive. Explicação: meu caro e nobre colega de sala, amarrou as duas extremidades, com todo esse empenho, só para não correr o risco de mais uma vez perdê-lo. Éééé...todo cuidado é muito pouco!

Recebi há pouco o vídeo abaixo, e foi inspirado nele que escrevi o post de hoje. Preste atenção!!!

Tatiane.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Sobreviventes dos anos 80!




No meu post do dia 23/01, eu escrevi sobre a geração do anos 80(a minha), e discorri criticando que essa foi a última que, realmente, teve infância.
Coincidência ou não, cá eu hoje, nas minhas checagens de e-mail, quando me deparo com o seguinte título: "Sobreviventes". Pensei: "Seria do holocausto?", "Das enchentes?". Não! Por 'pareça que incrível', era uma referência àqueles que conseguiram escapar ilesos dos anos 60,70 e 80!

Hoje, nossas crianças são super protegidas dentro de seus lares, monitoradas pelos pais através do celular, não tem uma turma de amigos para brincarem na rua e seus coleguinhas são virtuais. Bebíamos água da torneira, não a mineral, e, CONTINUAMOS VIVOS! Vivinhos da Silva!

Tanta coisa inventada para "proteger", e essa super proteção deixou(está deixando) nossas crianças frágeis. Só fica forte para a vida quem cai, rala o joelho, conversa com pessoas ao vivo e a cores, não pelos computadores. Em função desse distanciamento humano, e de muito mais outras coisas, a procura por psicólogos e terapeutas vêm crescendo absurdamente. A criançada tem isso, mais aquilo e mais um monte de bláblá's. A sociedade está criando adultos frágeis, dependente, medrosos e egoístas (pois não viveram em grupo).

E, agora, pergunto: Se hoje está assim, como será daqui para frente? Temo pelos meus filhos (que ainda terei), pelos teus, pelos nossos.

Deixo aqui meu recado em forma de pergunta: Vamos viver mais? Vamos colocar o pé na lama? Viver o mundo, de fato?

Abaixo, segue o vídeo do e-mail a qual me referi. Ele tem 6 minutos, mas vale a pena.




Tatiane.

domingo, 25 de janeiro de 2009

A culpa é minha


Eu procuro incessantemente disfarçar esse vazio que insiste em permanecer dentro de mim. Busco por algo que consiga, perfeitamente, se encaixar, feito peça de quebra-cabeça, nesse buraco, que aperta e amarga. Ele começa entre o peito e estende-se à cabeça, que por sua vez, não pára de pensar no que poderia ser. Depois segue para o estômago e aperta feito nó. Por último, segue concomitantemente pelo resto do corpo, me imobilizando, deixando-me parada, estagnada. Poderia ser diferente? Sim. Mas faltam-me forças, estou presa a esse vazio.

A peleja me deixou frágil. Tão frágil. Fui eu quem escolhi esse caminho, mas pensei que seria diferente. Minha própria verdade me traiu. Agora, busco em meio a entretenimentos, estudos e projetos de vida preencher, quem sabe, esse vazio, se é que existe algo que o preencha. Horas me disperso com algo que acontece ao meu redor. Iludo-me na esperança de que, talvez, esteja ali o que falta. Leio, penso, oro, procuro os amigos. Tento encontrar as respostas. Busco saber o que fiz, para entender o agora. Quero saber o que posso fazer. Ainda não sei. Quero acreditar que num passe de mágica algo vá me tirar desse amargo. Às vezes tento me agarrar ao passado, naquilo que foi bom. Mas, nem sempre o que foi bom é capaz de tirar o fel. E, realmente, não é.

O vazio, que vazio! Tentei fugir de ti. Foi pior. Agora tento de entender. Aprendi que vais sempre estar comigo. És do meu ser, fazes parte de mim. Descobri, agora, que não quero mais preenchê-lo. Procuro por algo que dê um colorido especial a minha vida. Que tempere e me faça rir à toa. Assim, será mais fácil continuar a busca pelas respostas, e torná-las reais.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Anos 80, a última infância que teve infância


Aqui no prédio onde eu moro tem uma turma de crianças que todo dia se reune para brincar. Eles jogam bola, brincam de esconde-esconde e de boneca. Isso muito me causa admiração, porque é raro presenciar essas cenas nos dias de hoje. O advento da tecnologia com seu crescimento desenfreado, passou por uma lasca na minha infância, mas não poupou as crianças que nasceram no século XXI.

Se a Dona Ina, uma velhinha chata e encrenqueira, que há 18 anos, vivia lá na rua São Vicente de Paula, na Agronômica, onde eu morava, soubesse que, aqueles pirralhos que ela atanazava eram a última geração de crianças que tiveram, de verdade, uma infância, nos permitiria continuar berrando em frente ao seu portão, deixaria-nos brincar de ponte em cima do seu muro e jogar pedrinhas no telhado da sua casa, e não nos daria banho de mangueira, para corrermos para longe do seu quintal.

Hoje a diversão da maioria são os video-games, os campeonatos de jogos em lan house e os brinquedos eletrônicos. A infância hoje, vive enclausurada nesse mundinho. Eles não caem da bicicleta, não roubam fruta da árvore do vizinho, não brincam de patins, enfim, não vivem, porque viver é ter contato com outras crianças. É aprontar, é ralar o joelho, é correr pela rua, assistir a desenhos animados inocentes(diferentes dos de hoje), brincar de Detetive. Cadê essa infância? A última foi nos anos 80. Eu sou uma sobrevivente para contar história.

Quer matar saudade? Olha o vídeo aí embaixo, então:




quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Para onde você foge?

O que você mais gosta de fazer? Pense rápido. E aí, já sabe? Provavelmente a sua resposta entregará o seu recôndito. O seu esconderijo naqueles momentos em que o que mais queremos é esquecer do mundo, das obrigações e descansar.

Todo mundo tem uma válvula de escape. Aos finais de semana, por exemplo, muitos gostam de alugar um filme para assistir, outros saem para namorar e tomar um chopp, alguns aproveitam para dar um passeio junto à natureza. O esporte também é a fuga de muitas pessoas. Bater uma bolinha em plena quarta-feira, só para equilibrar a semana.


Fugir de vez em quanto é preciso. Serve para manter a cabeça arejada, recarregar as baterias, ficar bem e disposto. Isso é saúde!

A fuga só torna-se um problema quando causa dependência. Podemos falar dos vícios. Da comida, das drogas, do álcool, do amor, do jogo, e por aí vai uma lista imensa.

O meu esconderijo, desde a 'aborrecência', foram os livros. Foi neles que eu econtrei
forças, aprendi com histórias alheias, me muni de conhecimento, busquei criatividade e procurei respotas para minhas inúmeras perguntas. É neles que eu me escondo e depois ressurjo para o mundo.

A última vez que fugi fui parar em "Siga seu Coração", de Adrew Matthews. Já é a terceira vez, acho eu, que menciono este livro no blog, mas é que é inetivável. Ele tem uma energia ótima, capaz de empolgar qualquer um. Possue uma leitura dinâmica e fácil. É simples e fala sobre todos os aspectos da vida dando soluções que já conhecemos, mas não compreendemos, por isso não fazemos certo. Olha, vale a pena! E é não custa caro! O meu paguei R$18,00.




Minha fuga anterior a essa, foi para "A vida que ningu vê", da jornalista Eliane Brum. De uma sensibilidade nata, Eliane conta em várias reportagens, histórias de pessoas simples, que não são notícia nos jornais. Ela consegue transformar a vida des pessoas normais em contos que mais parecem ficção, de tão perfeitos e inacreditáveis que se tornam. Tem a história do carregador de malas do aeroporto, da menina que vendia balas no sinal, do mendigo, e por aí segue...




Estas são ótimas dicas de fuga, heim...

Ah, já ia me esquecendo. Tenho outro esconderijo, que é em meio às palavras, também. Será que você consegue adivinhar qual é?



Tatiane.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Não sou de amores fugazes...


Nunca fui de amores efêmeros. Posso contar nos dedos, desde muleca, ao todo, foram cinco. Sou, como dizem, sonhadora e romântica. Minhas paixões sempre tiveram vida longa. Dei a devida atenção, toda vez que o meu coração bateu mais forte.

Amei cada um diferente, nenhum foi igual. Amei-os intensamente. Para falar a verdade, posso dizer, já sou expert, quando o assunto é decifrar corações.

Me permiti dar todas as chances a cada um. Não suporto pensar no que poderia ter sido se eu não tentasse. Mnhas paixões não foram mornas. Teve fagulha, farpa, carinho e esperança, decepção, separação e reencontro.

Cheguei a conclusão de que nunca gostei dos amores fáceis. Gosto daqueles que provocam cólicas, que deixam dúvidas e, que de repente, feito surpresa, vem afagando o coração te fazendo sentir amada. Não gosto da segurança, isso acomoda. Prefiro pensar que, amanhã, ele poderá não voltar. Isso me estimula. Eu torno atmosfera mais sedutora, sussurro as melhores palavras ao pé-do-ouvido. Eu amo mais, e intensamente.

Ninguém nunca entendeu o meu jeito de amar. Me pedem para não levar o amor tão a sério. Eles não entendem. Eu não levo a sério, eles é que levam. Eu acredito feito boba, eu vivo. Sou feliz por amar intensamente. Sou uma eterna apaixonada, não nego.

Na última vez, amei sozinha. E amei de verdade. Apostei minhas fichas quando me avisaram "sai fora dessa". Mas, não sou de amores fugazes. O coração havia batido forte outra vez, e tinha batido diferente. Ah, não podia perder. E se eu não tentar? Tentei... Paft!!! "Bem que me avisaram", lembrei.

Quem ama de verdade exala perfume, e quando ele sai de cena, o coração que tanto teve o aroma por perto, sente falta,ah se sente.

Daqui a pouco lá virá ele me pedindo amor...

Agora, o GPS está ligado. Procura-se uma paixão que faça bater forte um coração. E que bata diferente.

(Na próxima crônica prometo falar dos amores não correspondidos - desses eu também entendo bem)

Tatiane.